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GOOGLE ADMITE QUE NÃO TEM TANTA DIVERSIDADE ENTRE FUNCIONÁRIOS QUANTO DEVERIA

30/05/2014

A força de trabalho do Google não é tão diversa quanto poderia ser, e hoje a empresa está admitindo publicamente que esse é um problema muito real.

Pela primeira vez, o Google publicou gráficos sobre a etnia e gênero de seus funcionários. Como você pode imaginar, os números revelam que a grande maioria são homens brancos.

Nos Estados Unidos, 61% dos trabalhadores são brancos e a etnia asiática ocupa o segundo lugar com 30%. Mas, além disso, a diversidade no Google é mais ou menos inexistente: Apenas 3% dos Googlers são latino-americanos e 2% são negros. Os dados sobre gênero são mais globais, mas ainda preocupantes, com as mulheres representando apenas 30% das equipes ao redor do mundo.

“É difícil lidar com esses tipos de desafios se você não está preparado para discuti-los abertamente e com os fatos”, escreveu Laszlo Bock, vice-presidente sênior de Operações de Pessoas. Bock declarou sem rodeios que o Google está longe de onde ele quer estar em termos de diversidade, mas também observou que este problema se estende por toda a indústria de tecnologia.

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Para ele, uma grande parte do problema tem a ver com a educação: “As mulheres conseguem cerca de 18% de todos os diplomas de ciência da computação nos Estados Unidos”, disse Bock. “Os negros e hispânicos constituem menos de 10%”.

A exibição pública de hoje contraria anos do que Bock descreve como “relutância” para falar da diversidade no Google. “Agora percebemos que estávamos errados, e que é hora de ser sincero sobre as questões”, disse o executivo.

Mas e como isso pode mudar? “Ser totalmente claro sobre a extensão do problema é uma parte muito importante da solução”, explicou Bock. Segundo o executivo, o Google também apoia e suporta organizações que trabalham para o ensino da ciência da computação entre as mulheres. “E nós temos trabalhado com faculdades historicamente negras e Universidades para elevar cursos e atendimento em ciência da computação “, finalizou.
 
Agora que o Google abordou o assunto e mostrou que quer mudar, basta saber se outras gigantes como Facebook, Microsot, Apple e Yahoo farão o mesmo.
 
 
 
Fonte: Codigo Fonte

 
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