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ESTE PROJETO DA MICROSOFT TRAZ AS COMUNIDADES DO RIO DE JANEIRO PARA OS MAPAS

28/05/2014

Nos últimos meses, a Microsoft vem se esforçando bastante para enriquecer os mapas do Bing. Sim, os dados cartográficos são fornecidos pela Nokia, mas recebem alguns complementos: cidades 3D em um app para Windows 8.1; mapas internos de 5.360 shoppings e estabelecimentos pelo mundo; entre outros.

Mas desta vez, um grande projeto do Bing Mapas começou no Brasil: o Na Área realiza mapeamento participativo nas comunidades do Rio de Janeiro, e quer tomar o mundo. Não se trata apenas de exibir ruas na tela: você verá fotos, estabelecimentos e até resenhas em áreas que ainda não apareciam no mapa – mas deveriam.

Segundo o Data Popular, 11,7 milhões de brasileiros vivem em favelas e comunidades – o Rio Grande do Sul, quinto estado mais populoso do Brasil, tem menos habitantes. E dessas pessoas, 47% têm computador e 22% possuem smartphone. Mas PC e celular são inúteis para encontrar lojas, bares e outros pontos de interesse, porque eles não são mapeados. Um visitante teria ainda mais dificuldade.

bing vidigal 2

Com o Na Área, isso pode mudar. Entidades não-governamentais e o IPP (Instituto Pereira Passos), ligado à prefeitura do Rio de Janeiro, já fazem mapeamento de comunidades. A equipe do Bing coleta e processa essas informações e as coloca nos mapas. Isso inclui até mesmo estabelecimentos, como bares e restaurantes, que recebem avaliações no Foursquare e TripAdvisor. Essas informações também são reunidas no Bing Mapas.

O mapeamento colaborativo é importante porque, em comunidades, ele precisa ser constante: à medida que estabelecimentos abrem e fecham, a informação fica defasada – e isso acontece mais rápido nas favelas.

Tudo isso é complementado por fotos tiradas por moradores e coletadas por ONGs e pelo IPP. A Microsoft até incentivou cursos de fotografia com smartphones Nokia Lumia. As imagens vão parar na busca de imagens; rostos de pessoas e placas de carro são pixeladas automaticamente.

bing vidigal

O projeto começou na capital fluminense, onde a Microsoft abriu um centro de inovação – em um investimento de R$ 200 milhões – dedicado a melhorar o Bing. Este é o primeiro grande projeto deles.

O projeto Na Área começa no Vidigal: há 850 pontos de interesse e estabelecimentos comerciais já mapeados; antes do Na Área, não eram nem 30. Tudo isso já aparece no Bing para desktop, nos Mapas do Windows 8 e na busca do Windows Phone.

As comunidades de Manguinhos e Maré serão as próximas; junto ao Vidigal, são 180 mil pessoas. O objetivo é mapear, até o fim do ano, todas as 40 comunidades do Rio onde atua a UPP-Social.
 

Nos últimos meses, a Microsoft vem se esforçando bastante para enriquecer os mapas do Bing. Sim, os dados cartográficos são fornecidos pela Nokia, mas recebem alguns complementos: cidades 3D em um app para Windows 8.1; mapas internos de 5.360 shoppings e estabelecimentos pelo mundo; entre outros.

Mas desta vez, um grande projeto do Bing Mapas começou no Brasil: o Na Área realiza mapeamento participativo nas comunidades do Rio de Janeiro, e quer tomar o mundo. Não se trata apenas de exibir ruas na tela: você verá fotos, estabelecimentos e até resenhas em áreas que ainda não apareciam no mapa – mas deveriam.

Segundo o Data Popular, 11,7 milhões de brasileiros vivem em favelas e comunidades – o Rio Grande do Sul, quinto estado mais populoso do Brasil, tem menos habitantes. E dessas pessoas, 47% têm computador e 22% possuem smartphone. Mas PC e celular são inúteis para encontrar lojas, bares e outros pontos de interesse, porque eles não são mapeados. Um visitante teria ainda mais dificuldade.

bing vidigal 2

Com o Na Área, isso pode mudar. Entidades não-governamentais e o IPP (Instituto Pereira Passos), ligado à prefeitura do Rio de Janeiro, já fazem mapeamento de comunidades. A equipe do Bing coleta e processa essas informações e as coloca nos mapas. Isso inclui até mesmo estabelecimentos, como bares e restaurantes, que recebem avaliações no Foursquare e TripAdvisor. Essas informações também são reunidas no Bing Mapas.

O mapeamento colaborativo é importante porque, em comunidades, ele precisa ser constante: à medida que estabelecimentos abrem e fecham, a informação fica defasada – e isso acontece mais rápido nas favelas.

Tudo isso é complementado por fotos tiradas por moradores e coletadas por ONGs e pelo IPP. A Microsoft até incentivou cursos de fotografia com smartphones Nokia Lumia. As imagens vão parar na busca de imagens; rostos de pessoas e placas de carro são pixeladas automaticamente.

bing vidigal

O projeto começou na capital fluminense, onde a Microsoft abriu um centro de inovação – em um investimento de R$ 200 milhões – dedicado a melhorar o Bing. Este é o primeiro grande projeto deles.

O projeto Na Área começa no Vidigal: há 850 pontos de interesse e estabelecimentos comerciais já mapeados; antes do Na Área, não eram nem 30. Tudo isso já aparece no Bing para desktop, nos Mapas do Windows 8 e na busca do Windows Phone.

As comunidades de Manguinhos e Maré serão as próximas; junto ao Vidigal, são 180 mil pessoas. O objetivo é mapear, até o fim do ano, todas as 40 comunidades do Rio onde atua a UPP-Social.

bing vidigal

Mas, quando a equipe do Bing apresentou o projeto em fevereiro no Vale do Silício, eles notaram que poderia expandir a ideia para mais nações emergentes – Índia, África do Sul e países da Europa Oriental, por exemplo – onde falta uma cobertura cartográfica de áreas mais carentes.

Ainda não há cronograma para levar o Na Área a outras regiões brasileiras, nem a outros países – mas este parece ser só o começo.
 
 
 
Fonte: Gizmodo

 
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