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2014: COMEÇA A ERA DO COMPARTILHAMENTO DAS NUVENS?

15/03/2014

Estudo “7 HotTechs”, da E-Consulting, realizado pela E-Consulting Corp, aponta as principais tendências tecnológicas que impactarão diretamente na condução dos processos corporativos das empresas nos proximos cinco anos. Entre as frentes tecnológicas selecionadas na edição 2014 estão SelfApps (BYOD em larga escala), Collaborative Clouds, RTU Data (Ready To Use Data), Entreprise Multichannel Enabling (EMCE), Humanweb, Consumer Driven Organizations e MCC ( do inglês, Mobility, Convergence and Collaboration).

Na parte de computação em nuvem e big data, saiba quais são as previsões da consultoria:

Evolução das clouds corporativas privadas

O Armazenamento em nuvem já é uma realidade. O mercado de cloud computing terá um amadurecimento nos próximos anos. Depois da consolidação no desenvolvimento da virtualização, da aplicação na mobilidade e da otimização de hardware, o paradigma atual do cloud é a disponibilidade, o acesso e a segurança. E as empresas, principalmente, as que tratam dados transacionais em larga escala, sabem disso. Em 2014, mais de 40% das organizações vão passar pelo menos um centro de dados da empresa para o cloud público. E dentre as 500 maiores, pelo menos 35% estarão operando em cloud corporativos privados. Mas a evolução efetiva é o desenvolvimento e o compartilhamento de clouds privados entre empresas de uma mesma cadeia de suprimentos, algo como “EDI-Cloud”.

Empresas grandes e pequenas prontas para usar os dados

Em 2013, o Big Data se tornou tanto uma tendência dominante, como um dilema para as organizações que procuraram investir neste modelo. As grandes empresas têm tentado lidar com grandes volumes de dados através da TI, que precisa gerenciá-los de forma eficaz, e das áreas de Negócios, que precisam saber como usá-los. A ânsia por apropriar os chamados Big Data se torna um dos principais fatores para direcionamento futuro dos gastos com a TI nas empresas. Entretanto, percebe que as empresas mal conseguem utilizar de forma integrada e inteligível esses dados proprietários e/ou estruturados, os chamados “narrow data”, seus sistemas como BI, CRM, Call Center, E-Commerce, quiçá os dados não proprietários e/ou desestruturados. Para as empresas que, de fato, quiserem jogar o jogo do Big Data de forma orientada ao negócio, 2014 é o ano de investir em modelos e plataformas de integração e tratamento dos dados proprietários e não proprietários.

Humanweb

Tudo está potencialmente online. Cada ser humano (e cada empresa) é, potencialmente, um nó ativo no fluxo online e instantâneo de informações digitais. É, portanto, ele mesmo, dentro do nó da rede digital. Por cada nó de rede – por cada ser humano conectado - passarão os impulsos informacionais. É, mais ou menos, como se cada ser humano, e todos os seus devices, fossem um elo na arquitetura da mega rede de informações, assim como os computadores já o são. Isso é a Humanweb, potencializada brutamente pela colaboração. O ser humano digital terá acesso instantaneamente à informação, captando, traduzindo e disseminando, mas, principalmente, criando novos insights, gerando conhecimento, deixando suas pegadas, tornando-se, ele próprio, a informação. Analogamente, é como se cada ser humano, nesta rede de informações fosse similar a um poste de energia elétrica na rede de distribuição e gerenciamento de energia. Esse raciocínio vale também para as questões de segurança, senhas, biometria, dentro outros.

 
Fonte: Convergencia Digital

 
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