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COMPUTADOR HP DE 21 POLEGADAS FUNCIONA COMO DESKTOP E TABLET ANDROID

11/03/2014

O computador HP Slate 21 All-In-One pode ser classificado como um desktop ou um tablet. No primeiro caso, ele se destaca como computador de mesa por rodar o operacional Android 4.2.2 (Jelly Bean). No segundo, suas 21 polegadas e bom conjunto de hardware (com processador quad-core de 1,66 GHz e 1 GB de RAM) fazem dele um tablet vitaminado.

A máquina tem ainda periféricos desenvolvidos especialmente para trabalhar com a plataforma do robozinho verde. Mas algumas limitações do Android limitam (ou complicam) seu uso, assim como a falta de uma bateria interna – é necessário usá-lo sempre conectado à tomada, algo inconcebível quando se pensa em tablet. 

Falando primeiramente das qualidades, o mouse se mostra bem ergonômico e permite realizar ações como zoom e troca de tela. Já o teclado dá um show a parte.

Ele conta com diversos atalhos especialmente desenvolvidos para usuários de Android, como botão dedicado de volume, de copiar e do navegador. Tem ainda ótimo teclado numérico ao lado direito. Ao utilizá-lo, o usuário realmente tem a impressão de usar um desktop tradicional, como aqueles que rodam o sistema operacional Windows.

Rápido para tarefas ligadas à nuvem (acessar e-mail, ler documentos ou acessar aplicativos), ele permite assistir a vídeos sem travamentos. Abre imagens e canções em segundos e possibilita ao usuário o compartilhamento do que desejar sem grandes demoras - como se estivesse utilizando seu smartphone de última geração ou seu tablet de ponta. Seu áudio, aliás, é bastante bom.
 

A tela Full HD, embora reflita em locais claros, oferece uma experiência cumpridora quando o assunto é assistir a séries, clipes e filmes.

Pontos negativos
Os pontos negativos surgem, basicamente, de características típicas do sistema operacional aliadas a algumas mancadas da HP.

Com relação ao Android, trabalhar com alguns tipos de arquivos é praticamente impossível. Extensões em ZIP e em RAR, por exemplo, só podem ser abertas depois de um malabarismo incrível (como jogar os arquivos no disco virtual e visualizá-los utilizando o browser configurado como em um desktop tradicional).

Mesmo a visualização de certos itens, como textos em RTF ou com algumas formatações em DOCx, fica comprometida por conta dessas incompatibilidades. Além disso, por ser uma tela espichada se comparada ao padrão de tablets e smartphones, alguns apps apresentam figuras levemente distorcidas.

Já a HP vacilou em não incluir uma bateria interna no equipamento (ele deve ficar o tempo todo conectado à tomada, para funcionar). Além disso, os 8 GB de armazenamento deixam a desejar, mesmo se considerar que os arquivos ficarão na nuvem (boa parte dos celulares oferece o dobro de capacidade).

O preço da máquina também conta contra: R$ 1.900. Por esse valor, pode-se adquirir outro "tudo em um" com pelo menos 4 GB de RAM, processador i5 de 3,1 GHz e 500 GB no HD –ainda sobram uns trocados para comprar uma licença do WinRar e descompactar arquivos sem chateação. O valor só se justifica se o usuário gostar muito da ideia de ter um desktop que vira tablet e vice-versa. 
 
 
 
 
Fonte: Uol

 
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