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CANONICAL CUTUCA MICROSOFT E REVELA PRAZO DE LANÇAMENTO DOS UBUNTU PHONES

27/02/2014

A Mobile World Congress, que acontece em Barcelona, serviu para a Canonical, empresa por trás do Ubuntu, a distribuição mais popular do Linux, mostrar melhor seu sistema operacional para celulares, assim como os primeiros aparelhos a sairem de fábrica com o sistema. Entretanto, o evento também serviu para Mark Shuttleworth, fundador e executivo, cutucar a rival Microsoft.

Falando com a CNET, ele destaca que a intenção de levar o Ubuntu para todas os dispositivos é oferecer uma experiência unificada em todos os aparelhos, bastante semelhante ao que a Microsoft tem feito nos últimos tempos, com o Windows Phone, Windows 8 e Windows RT.

"A Microsoft tem esta visão, de que você pode ter uma família de interfaces que lhe dá a habilidade de usar dispositivos diferentes com temas e valores comuns. Eu aprecio como isso deve ser difícil para a Microsoft, mas eu ainda acho que nós a superamos em termos de trazer a história de convergência para a realidade", afirmou ele. Ele acredita que seu software elevou o nível do mercado neste sentido.

Em relação aos celulares especificamente, eles já tem uma previsão de lançamento. Os primeiros Ubuntu Phones devem ser lançados no terceiro trimestre deste ano. 

Como já havia sido confirmado anteriormente, as empresas que apostarão no sistema neste início serão Meizu, da China, e BQ, da Espanha. Ambas são relativamente desconhecidas, mas Shuttleworth vê isso como um ponto positivo.

"Com empresas maiores, nós seremos uma parte menor de sua estratégia no lançamento. Então escolhemos iniciar com duas empresas que são do tamanho certo para se comprometerem. Elas também são interessadas em levar o produto certo nas mãos certas", diz ele. A chinesa lançará o Meizu MX3 com o Ubuntu, enquanto a espanhola lançará o Aquaris.

Quando ele fala em "mãos certas", Shuttleworth quer realmente dizer que prevê que o Ubuntu para celulares não seja um sucesso automático em todos os países e para todos os tipos de usuários, pelo menos no início. "Nós não teremos 650 mil apps na nossa loja, então levaremos o telefone para as mãos de pessoas que não ligam para isso", afirma ele.

A previsão é que a primeira geração "seja um sucesso estrondoso em algumas áreas, mas seja fraca em outras". Então, levar o Ubuntu Phone para as mãos de quem não liga tanto para apps permitirá a elas celebrar as coisas em que ele é bom, enquanto o catálogo de apps é aumentado para alcançar outros mercados.

 
 
Fonte: Olhar Digital

 
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