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DETECTOR DE MENTIRAS VAI IDENTIFICAR RUMORES ESPALHADOS PELAS REDES SOCIAIS

21/02/2014

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Cuidado com o que você fala nas redes sociais: em breve, será possível analisar se é verdade ou mentira.

Bem, mais ou menos. Um sistema de detecção de mentiras está sendo desenvolvido no Reino Unido para ajudar a entender se informações postadas na internet procedem ou não. Ele também deve ajudar a identificar contas criadas em redes sociais com o único intuito de espalhar mentiras, e, assim, ajudar autoridades a responderem a grandes eventos, como protestos populares, especialmente.

O sistema vai verificar o que está sendo comentado nas redes sociais e dividirá as informações em quatro categorias: especulação, controvérsia, informação errada e desinformação – caso seja mentira. As fontes das informações também serão classificadas em categorias que incluem veículos de mídia, jornalistas, especialistas, testemunhas oculares, público geral e bots – estes últimos criados especialmente para espalhar as informações, sejam elas verdadeiras ou não.

Segundo a doutora Kaline Bontcheva, líder do projeto na Universidade de Sheffield, as verdades espalhadas pelas redes sociais são tão importantes quanto identificar o que é mentira. “As redes sociais fornecem informações úteis. O problema é que tudo acontece tão rápido que não conseguimos separar verdades e mentiras. Isso dificulta na hora de responder a rumores, como, por exemplo, quando serviços de emergência precisam desmentir um boato para manter a situação calma.”

O estudo foi iniciado após os protestos em Londres em 2011. Os manifestantes se organizavam por meio de redes sociais e, no meio das conversas feitas entre eles, surgiram rumores de que as redes sociais seriam desativadas no Reino Unido para evitar a organização dos manifestantes. Não era verdade.

Os primeiros resultados do projeto devem ficar prontos apenas em 2015 – dentro de 18 meses – e a ideia é que, inicialmente, sejam apresentados para jornalistas e profissionais de saúde. Eles devem contribuir para aperfeiçoar a ferramenta, que, quando pronta, deve ajudar não apenas autoridades, mas também jornalistas e outros membros da sociedade civil a verificarem a origem de informações – e se elas são ou não são verdadeiras.
 
 
 
Fonte: Gizmodo

 
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