Página Inicial



twitter

Facebook

  Notícia
|

 

NVIDIA GEFORCE GTX 750 TI - VGA SURPREENDE PELO ÓTIMO DESEMPENHO E BAIXO TDP

19/02/2014

Em maio do ano passado, a Nvidia surpreendeu o mercado ao anunciar a primeira GeForce de “nova” geração,  a GTX 780. Ao longo dos meses subsequentes, a companhia lançou outras VGAs da família GTX 700. Apesar de trazer desempenhos robustos, todas as GeForces lançadas eram baseadas nos chips Kepler (GTX 600), frustrando assim os entusiastas e gamemaníacos de plantão.

Passados 9 meses desde a chegada da GTX 780, eis que finalmente a NVIDIA anuncia as primeiras placas equipadas com chips da nova geração Maxwell. Tratam-se das GeForces GTX 750 Ti (versão analisada  pelo Adrenaline) e GTX 750, ambas com a mesma GPU GM107.

Conforme os nomes denunciam, as novas GeForces são voltadas para o mercado intermediário/intermediário de baixa performance, com preços mais convidativos para os consumidores, e com a promessa de prover um desempenho minimamente bom para rodar a grande maioria dos atuais games em boas condições (tanto visuais quanto de jogabilidade).

De acordo com a companhia, o GM107 possui uma grande quantidade de melhorias com o intuito de disponibilizar mais “poder de fogo”, com maior eficiência energética do que as GPUs das gerações anteriores. O novo chip foi projetado especialmente para o uso em sistemas com restrições de consumo de energia e dissipação de calor, como é o caso de notebooks, HTPCs e PCs com gabinetes compactos. 

Reforçando a grande evolução que as placas 3D vêm passando ao longo dos anos, a Nvidia informa que a GeForce GTX 750 Ti tem um desempenho atual equivalente à GTX 480! Em outras palavras, passados quatro anos, uma VGA intermediária de baixo desempenho de atual geração tem uma performance semelhante a uma placa topo de linha de duas gerações passadas! E o melhor: consumindo apenas uma fração de Watts.

Em virtude das GeForces GTX 750 Ti e GTX 750 possuírem arquiteturas diferentes das GTX 650 Ti e GTX 650, fazer uma comparação simples e direta entre suas macro  especificações não seria algo completamente justo. Entretanto, a “arte” da eficiência pode ser resumida com a expressão “fazer mais com menos”. Para tanto, a arquitetura Maxwell possui uma série de novidades e melhorias.

Um dos “segredos” do GM107 está no aumento da utilização de seus núcleos gráficos. Enquanto que, na geração Kepler, os  Streaming Multiprocessors - SM (unidade responsável pelo processamento gráfico) contêm a lógica de controle que encaminha e agenda o tráfego de 192 núcleos; na Maxwell, os SMs foram divididos em 4 blocos, cada um com o seu próprio pedaço de lógica de controle. Ou seja, a lógica de controle agora administra 32 núcleos em vez de 192, tornando sua tarefa muito mais simples.

A nova arquitetura apresenta ainda uma robusta quantidade de memória cache L2. Enquanto que o GK107 (GTX 650) possui 256KB, o GM107 tem fartos 2MB. Com mais cache alocado para o chip, são necessários menos pedidos à DRAM da VGA, reduzindo assim o consumo de energia e melhorando o desempenho. 

Além das alterações acima, os engenheiros da NVIDIA “afinaram” agressivamente a implementação de cada unidade da GPU Maxwell, chegando até ao nível de transistor, de forma a maximizar a eficiência energética. Como resultado final de todos estes esforços, a geração Maxwell é capaz de entregar duas vezes o desempenho por watt da Kepler, usando o mesmo processo de fabricação de 28nm.

Diante do exposto acima, fica um pouco mais fácil compreender como que a GeForce GTX 750 Ti, com 640 CUDA Cores, 40 TMUs e 16 ROPs consegue superar a GTX 650 Ti e seus 768 CUDA Cores, 64 TMUs e 16 ROPs. É claro que a frequência de operação da GM107 dá uma ajudinha, afinal são 95Mhz a mais em modo normal, e 160 Mhz em turbo, quando comparado com a GK107.

Apesar dos fartos 2MB de memória cache ser um grande impulsionador no desempenho, bem que a NVIDIA poderia ser um pouco mais ousada, e colocar a memória da placa no mesmo patamar, por exemplo, da GTX 650 Ti Boost, ou seja, em 6008 Mhz. Provavelmente os engenheiros da companhia tenham desejado sacrificar um pouco do desempenho em favor do consumo de energia e da dissipação térmica. Aliás, a VGA tem TDP de apenas 60W. Praticamente a metade que o da GTX 650 Ti.

Se por um lado a evolução em termos de números da GTX 750 Ti frente à sua “irmã mais velha” não foi de “encher os olhos”, o mesmo não pode ser dito da GTX 750 em relação à GTX 650. São 512 CUDA Cores contra 384. Já ROPs e TMUs permanecem inalterados. Se por um lado, a GPU da GTX 750 é 96 Mhz mais lenta em modo padrão e 39 Mhz quando turbinada, pesam em favor da nova GeForce os 400Mhz a mais na VRAM. O TDP é 9 W menor que sua “irmã mais velha”, ou seja, 55W.

Fotos
Abaixo algumas fotos da placa, que tem tamanho bastante compacto e não possui conector de energia, sendo a primeira GTX a vir sem necessidade de alimentação extra.

Seu tamanho é semelhante a modelos da geração passada de mesmo segmento. 

Nas fotos abaixo, colocamos a 750 Ti junto a uma GTX 650 Boost (mesmo tamanho da GTX 660) e a uma GTX 650 Ti, que tem o mesmo tamanho da placa analisada.

 
 
 
 
 
Fonte: Adrenaline

 
Indique esta notícia Indique esta notícia para um amigo

Início Notícias  | Voltar