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XFX RADEON R9 290X DD - BOM DESEMPENHO E TECNOLOGIAS, MAS COM PREÇO MUITO ALTO

18/02/2014

Após muita expectativa, recebemos o primeiro exemplar de uma Radeon R290X. E não se trata de qualquer modelo, mas sim uma placa diferenciada da XFX: a R9 290X Double Dissipation. Vale ressaltar que a companhia ainda possui em seu portfólio outras duas VGAs da série top da AMD: a Core Edition (R9-290X-ENFC), que segue o modelo de referência, e a Black Edition (R9-290X-EDBD), que é a mesma Double Dissipation (R9-290X-EDFD), mas com acréscimo dos clocks turbinados de fábrica.

A XFX Radeon R9 290X Double Dissipation possui muitos predicados, a começar pelo projeto diferenciado, com PCB especialmente trabalhado, além da presença de capacitores sólidos, bobinas com núcleo de ferrite (Ferrite core chokes) e robusto sistema de alimentação (VRM) com tensão destravada. Outro diferencial é o sistema de refrigeração especial, o GHOST 2, que promete uma performance substancialmente melhor, em comparação com o modelo de referência.

Apesar da VGA ter a frequência das memórias e da GPU (em modo turbo) idênticos à uma Radeon R9 290X padrão, por possuir um eficiente cooler, a Double Dissipation da XFX garante ao usuário o clock efetivo de 1Ghz em muitas situações, ao contrário do modelo de referência da AMD, onde quase nunca se consegue atingir tal patamar.

Em cenário internacional a placa custa cerca de U$20-30 dólares a mais que um modelo referência. Em outras palavras, estamos falando de algo entre US$ 570-580. Entretanto, diante da alta demanda pela VGA topo de linha da AMD, bem como pela baixa produção dos chips Hawaii por parte da companhia, infelizmente o mercado inflacionou vergonhosamente os preços das R9 290X. Assim, não estranhe encontrar modelos custando US$ 899 ou até mais! 


Vale mencionar ainda que o interruptor de BIOS na XFX Radeon R9 290X Double Dissipation tem outra função. Ao invés de servir para alternar entre os modos "turbinado" e "silencioso", como em uma R9 290X padrão, no caso do modelo da XFX, tal botão tem a função de backup, ou seja, recuperar para o estágio de fábrica, em caso, por exemplo, de algo mal sucedido feito pelo usuário. Relembrando, isso ocorre pelo fato da placa da XFX já vir de fábrica rodando em modo turbo, ou seja, GPU em 1Ghz.


Conforme pode ser conferido acima, a R9 290X é uma das poucas Radeons da linha R200 a verdadeiramente possuir um chip de nova geração, o Hawaii (versão XT). São 44% mais transistores em relação ao Tahiti (HD 7970), embora a área do die da GPU tenha aumentado apenas 20%. Em outras palavras, trata-se de um chip com alta concentração de transistores por mm².

Apesar de trazer clocks inferiores – quando comparada com a sua "irmã mais velha" (GPU/VRAM em 1000Mhz/5Ghz vs. 1050Mhz/6Ghz) – a Radeon R9 290X tem macro especificações bem mais robustas que a 7970 Ghz Edition. A começar pela quantidade de processadores gráficos. São 2816 Stream Processors contra 2048 (aumento de 37,5%). Em relação às unidades de texturização, a Hawaii XT conta com 176 TMUs, 37,5% a mais que os 128 presentes na Tahiti XT. Já as unidades rasterizadoras, o ganho foi ainda maior: 100%. Assim, a quantidade pulou de 32 para 64 TMUs.

Por último, mas não menos importante, o sistema de memória da R9 290X está consideravelmente mais robusto. Ao invés de contar com 3GB e interface de 394 Bits, como é o caso da HD 7970 Ghz Edition, a nova VGA topo de linha da AMD possui 4GB de VRAM, com bus de 512 Bits. Em outras palavras, a largura de banda de memória saltou de 288 GB/s para 320 GB/s. O ganho só não foi maior em virtude da memória trabalhar em 5Ghz, 1Ghz a menos em relação à sua "irmã mais velha".

Tecnologias

Confira abaixo as principais tecnologias da XFX Radeon R9 290X, que incluem suporte a DirectX 11.2, renderização tessellation até 4x mais rápida e a AMD Mantle:

Double Dissipation
De acordo com a XFX, os 2 fans aumentam em cerca de 3 vezes o fluxo de ar, o que torna a placa de vídeo até 13 dB mais silenciosa, e por volta de 7ºC mais fria, segundo dados da empresa.

Suporte a DirectX 11.2 e Tessellation até 4 vezes mais rápida
Suporte total ao Microsoft DirectX 11.2, com renderização Tessellation até 4 vezes mais rápida, e carregamento dinâmico de textura virtual, que proporciona um melhor desempenho em relação a produtos anteriores. Também inclui a Mantle, Multi-Sample Anti-Aliasing (MSAA) de até 24x, HBAO, Shader Model 5.0, suporte a DirectCompute 11 e OpenGL 4.3, e compressão de textura HDR.

Mantle e arquitetura GCN de 2ª geração
A arquitetura Graphics Core Next (GCN) de 2ª geração para processadores gráficos AMD traz melhor desempenho e eficiência energética. Já a Mantle trabalha com games como "Battlefield 4" para que eles dialoguem nativamente com a GCN, melhorando o desempenho, e utilizando ao máximo a capacidade das GPUs AMD.

Multi-monitores com 3D estereoscópico e resolução Ultra HD 4K
Além de permitir a já conhecida conexão com até 3 monitores, a GPU também possibilita 3D estereoscópico ativo e passivo, com suporte a resoluções de até 4096 x 2160.

Para conferir as especificações completas da placa de vídeo, acesse o site da XFX.

Fotos
A placa tem visual muito refinado, sendo uma das mais bonitas com esse chip. Diferentemente da "irmã" menor com mesmas características – a 280X – ela possui um LED branco sobre o logo da XFX, que acende quando o sistema está ligado. Aliás, outros modelos da empresa utilizam o mesmo sistema de cooler e, consequentemente, são praticamente iguais a esse modelo no que diz respeito à parte visual, com exceção do LED destacado acima, que é exclusividade da linha R9 290.

Assim como na geração passada, a XFX implementou o sistema Double Dissipation. No caso da nova geração, com dois FANs de 100mm. Como já destacamos, apesar do sistema de cooler diferenciado, essa placa não é overclockada de fábrica, mas tem bom potencial para essa prática.

Reparem que a VGA não possui o conector Crossfire. A AMD implementou um novo conceito para o cascateamento nas novas Radeon R9 290/290X, dispensando o famoso conector pra fazer a ponte entre as placas. A tecnologia continua funcionando normalmente, bastando agora conectar a VGA no slot da placa-mãe. Vale ressaltar que é necessário uma mobo compatível com o PCI Express 3.0.


Assim como o modelo referência, a placa possui duas conexões DVI, uma DisplayPort e uma HDMI, possibilitando conectar quatro monitores simultaneamente. Ela também segue o padrão de conectores de força de outros modelos tradicionais, com dois conectores, um de oito e outro de seis pinos. Um detalhe é que essa placa tem a presilha virada para o cooler, e não para fora. Porém, dessa forma, a remoção dos cabos de força fica um pouco mais difícil. Não chega a ser um grande problema, mas é um detalhe que incomoda a quem mexe bastante no sistema, como é o nosso caso.

Outro ponto é a ausência de um backplate (chapa de alumínio) na parte traseira do PCB. Além de auxiliar na dissipação de calor, tal dispositivo reforça a proteção para a VGA, bem como melhor o aspecto geral da placa.

Na foto abaixo, o interruptor para a mudança de BIOS da placa.

Abaixo algumas fotos comparando a 290X com a 280X, ambos modelos da XFX. O tamanho é bastante parecido, mas a diferença fica pela ausência dos conectores Crossfire na 290X, que não precisa mais dessa funcionalidade, já que a conexão entre as placas passar a ser feita apenas via drivers. A 290X, como destacamos no inicio, possui LEDs sobre o logo e diferentes conexões na parte traseira.

 
 
 
 
 
Fonte: Adrenaline

 
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