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REPAROS DE DANOS À REPUTAÇÃO ONLINE CUSTAM US$ 6 BILHÕES/ANO

12/02/2014

Um total de 14% dos brasileiros disse já ter sido vítima de golpes de phishing na internet, perdendo, em média, R$ 200 devido ao ataque. Os dados fazem parte do terceiro Índice Global de Segurança na Computação da Microsoft (MCSI, na sigla em inglês), pesquisa divulgada nesta terça-feira, 11/02, pela companhia como parte do Dia da Internet Segura. Foram ouvidos 10.484 usuários de internet em 20 países, sendo 530 no Brasil.

Em todo o mundo, o impacto de ataques do tipo phishing e de outras formas de roubo de identidade pode chegar à casa de US$ 5 bilhões a cada ano, de acordo com a pesquisa da Microsoft. O valor gasto para reparar danos à reputação causados por esses golpes é ainda maior: US$ 6 bilhões anualmente. Em meio a esse cenário de crescente preocupação com golpes online, a Microsoft lançou hoje um site que permite que usuários informem como pretendem evitar riscos online, aprendam a se proteger com outras pessoas e recebam dicas instantâneas para melhorar seu comportamento no ambiente digital. O novo site interativo é o www.microsoft.com/saferonline.

A edição deste ano do Dia da Internet Segura propõe que usuários de internet comecem adotando “uma medida” de segurança digital que, a partir de hoje, deverá se tornar parte da sua rotina diária.  “Existem muitas coisas que você pode fazer para estar mais seguro online. Mas começar por apenas uma delas já é o caminho para uma realidade mais segura”, disse Jacqueline Beauchere, chefe da divisão de segurança online da Microsoft.

Além do ataque de phishing, 7% dos brasileiros disseram já ter sofrido roubo de identidade. Segundo o Índice MCSI, 23% também disseram que suas reputações profissionais já foram comprometidas em consequência de golpes online. O avanço desse cenário, no entanto, já parece influenciar o comportamento de usuários brasileiros.

Segundo a pesquisa da Microsoft, 38% dos entrevistados no país disseram que limitam o que estranhos podem ver em suas redes sociais e 36% tomaram medidas para limitar a quantidade de informações pessoais online. Outros 32% disseram que ajustam suas configurações de privacidade em redes sociais. Já a consciência sobre a proteção de dispositivos móveis, alvo cada vez mais frequente de golpes virtuais, continua a ser um desafio. De acordo com o estudo, somente 18% dos brasileiros usam um PIN (número de identificação pessoal) ou senha para bloquear seus dispositivos móveis.

 
Fonte: Convergencia Digital

 
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