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OBAMA É DURO COM AS EMPRESAS E AVALIA REGRAS PARA BIG DATA

20/01/2014

Desde que Edward Snowden desandou a entregar a abrangência do sistema de espionagem americano, as empresas privadas apontadas como facilitadoras da vigilância tentam salvar as aparências com diferentes manifestos pela maior transparência da colaboração que, pela lei dos EUA, não podem se furtar.

Pois ao anunciar uma série de medidas que supostamente vão atenuar a bisbilhotice incontrolável, nesta sexta-feira, 17/01, o presidente americano Barack Obama sinalizou atender um dos principais pedidos do setor privado, mas ato contínuo tratou de compartilhar com as empresas, em especial, às de TI, Internet e Telecom,  a carapuça de ‘grande irmão’.

“As ameaças à nossa privacidade não vêm apenas do governo. Corporações de todas as formas e tamanhos rastreiam o que você compra, armazena e analisa seus dados e os usa para propósitos comerciais. É assim que os anúncios direcionados pulam para o seu computador ou smartphone”, disparou Obama.

Logo no início das revelações, em meados do ano passado, o ex-espião listou como colaboradores da vigilância empresas de telecom como Verizon e AT&T, além das empresas de forte atuação na Internet como Google, Yahoo, Microsoft, Apple, Facebook e Skype.

Como que para não deixar dúvidas de que divide a responsabilidade com as firmas americanas de telecomunicações e Internet, o presidente Barack Obama anunciou que será feita uma “revisão detalhada” sobre as consequências do chamado ‘big data’ sobre a privacidade.

“Vamos olhar como os desafios inerentes ao big data estão sendo confrontados tanto pelos setores público como privado, se podemos construir normas internacionais em como gerenciar esses dados e como podemos continuar a promover o livre fluxo de informações de formas que sejam consistentes com a privacidade e a segurança.”

O assopro veio na promessa de que haverá maior transparência sobre as ‘Cartas de Segurança Nacional’ – um instrumento previsto na lei americana pelo qual o FBI pode exigir que as empresas repassem dados de clientes, mas que simultaneamente impede que essas empresas sequer mencionem que tal requerimento foi feito.

Segundo Obama, será avaliada uma forma de se determinar um prazo para o sigilo dos pedidos de dados. “O sigilo não será indefinido e será encerrado em um prazo determinado, a não ser que o governo demonstre a real necessidade de manter o segredo. Também vamos permitir que os provedores de comunicações tornem públicas mais informações do que antes sobre as ordens que receberam para prover informações ao governo. ”
 
 
 
Fonte: Convergencia Digital

 
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