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PESQUISADORES APONTAM OS ‘SETE PECADOS’ DE QUEM TROCA E-MAILS NO TRABALHO

15/01/2014

Trocar e-mails “pingue-pongue´´ sem efetivamente dar atenção ao tema tratado ou, pior, simplesmente ignorar mensagens que caem na sua caixa. Muito mais do que irritar seus colegas de trabalho, comportamentos assim podem fazer mal a sua própria saúde mental, afirmam psicólogos em um estudo pela Kingston Business School, no Reino Unido.

Durante a pesquisa, os cientistas analisaram 28 contas de e-mails para verificar quais mensagens elevavam o nível de estresse de um grupo de funcionários. A partir disso, eles elaboraram uma lista com os ‘sete pecados’ de quem troca e-mails corporativos. Olha só:

1- Trocar e-mails como pingue-pongue

2- Enviar e-mails fora do horário de trabalho

3- Responder e-mails na companhia de alguém

4- Ignorar totalmente e-mails

5- Pedir confirmação de recebimento sem necessidade

6- Responder imediatamente um e-mail

7- Usar respostas automáticas e regras   

De acordo com os psicólogos, responder um e-mail segundos depois que caem na caixa ou quando você está fora do escritório dá a impressão aos destinatários de que eles não se dedicam tanto ao trabalho quanto você.

Já no caso do pingue-pongue (quando as pessoas trocam respostas rapidamente), os colegas de trabalho se sentem pressionados a responder e acabam não dando a atenção devida aos e-mails.

Foram consideradas atitudes rudes o envio automático de respostas, responder e-mails quando está acompanhado de alguém e ignorar mensagens recebidas.

Por último, se quiser tirar algum colega ´do sério´, afirmam os pesquisadores, basta pedir a confirmação de recebimento até mesmo para mensagens banais. I-R-R-I-T-A-N-T-E mesmo, né?

Emma Russell, pesquisadora-chefe, alerta que muitos desses comportamentos são piores para o remetente dos e-mails do que para os destinatários. Isso porque, diz ela, essas mensagens dão uma impressão errada aos colegas de trabalho e não contribuem, de fato, para deixar o remetente no controle da atividade que desempenha. Tudo isso acaba se transformando em estresse.
 
 
 
Fonte: Uol

 
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