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ESTUDO DO FACEBOOK DIZ QUE NAMORADO É QUEM LIGA GRUPOS DE AMIGOS DIFERENTES

29/10/2013

Não é um número maior de amigos que as pessoas têm em comum que contribui para que um casal se encontre e se apaixone. Pelo contrário: são os indivíduos que fazem a ponte entre grupos sociais diferentes que se tornam o parceiro amoroso de alguém. A afirmação é de um estudo que analisou mais de 1,3 milhão de usuários do Facebook feito nos Estados Unidos. As informações são do blog "Bits", do "New York Times".

A pesquisa, feita em parceria entre Jon Kleinberg, cientista da computação da Universidade de Cornell (EUA), e Lars Backstrom, engenheiro-sênior no Facebook, selecionou aleatoriamente perfis de pessoas com ao menos 20 anos, com 50 a 2.000 amigos, e que diziam estar em um relacionamento na página da rede social.

Isso representa a análise de cerca de 379 milhões de nós na rede de relacionamentos e 8,6 bilhões de links. Os dados foram usados anonimamente – a pesquisa durou dois anos no total.

Ao representarem graficamente as conexões que uma pessoa tinha (entre amigos, colegas de escola, de faculdade e trabalho, entre outros), os pesquisadores observaram um fenômeno que chamaram de "dispersão". Embora os cientistas vissem a aglomeração mais densa de conexões em nós da rede social de uma pessoa, a ligação entre elas é na maioria das vezes feita por uma ponte específica. Essa ponte (um nó), em geral, é o parceiro amoroso do indivíduo.
 

Não é um número maior de amigos que as pessoas têm em comum que contribui para que um casal se encontre e se apaixone. Pelo contrário: são os indivíduos que fazem a ponte entre grupos sociais diferentes que se tornam o parceiro amoroso de alguém. A afirmação é de um estudo que analisou mais de 1,3 milhão de usuários do Facebook feito nos Estados Unidos. As informações são do blog "Bits", do "New York Times".

A pesquisa, feita em parceria entre Jon Kleinberg, cientista da computação da Universidade de Cornell (EUA), e Lars Backstrom, engenheiro-sênior no Facebook, selecionou aleatoriamente perfis de pessoas com ao menos 20 anos, com 50 a 2.000 amigos, e que diziam estar em um relacionamento na página da rede social.

Isso representa a análise de cerca de 379 milhões de nós na rede de relacionamentos e 8,6 bilhões de links. Os dados foram usados anonimamente – a pesquisa durou dois anos no total.

Ao representarem graficamente as conexões que uma pessoa tinha (entre amigos, colegas de escola, de faculdade e trabalho, entre outros), os pesquisadores observaram um fenômeno que chamaram de "dispersão". Embora os cientistas vissem a aglomeração mais densa de conexões em nós da rede social de uma pessoa, a ligação entre elas é na maioria das vezes feita por uma ponte específica. Essa ponte (um nó), em geral, é o parceiro amoroso do indivíduo.
 
 
 
Fonte: Uol

 
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