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NÚMERO DE MALWARES MÓVEIS E APLICATIVOS DE ALTO RISCO CHEGA A 1 MILHÃO

15/10/2013

De acordo com um relatório de segurança da Trend Micro agora já existem 1 milhão de malwares para dispositivos móveis, como abusos de serviços Premium, e aplicativos de alto risco, que oferecem anúncios que levam a sites duvidosos de forma agressiva.  Os dados analisados foram coletados pelo serviço de reputação de aplicativos para dispositivos móveis da empresa.

Entre os 1 milhão de aplicativos questionáveis​ encontrados, 75% executam rotinas maliciosas, enquanto que 25% realizam rotinas duvidosas - o que inclui adwares.

Principais Ameaças

Famílias de malware, tais como o FAKEINST (34%) e o OPFAKE (30%), são os principais códigos maliciosos usados em dispositivos móveis. Malwares FAKEINST normalmente aparecem disfarçados como aplicativos legítimos. Eles também são abusadores de serviços premium, que enviam mensagens de texto não autorizadas para determinados números e registram os usuários em serviços pagos.

Um incidente de grande repercussão envolvendo o FAKEINST são as falsas versões do Bad Piggies, encontradas logo após o lançamento do jogo.

O malware OPFAKE é semelhante ao FAKEINST, particularmente quanto à imitação de aplicativos legítimos. No entanto, uma variante - a ANDROIDOS_OPFAKE.CTD - mostrou um lado diferente do malware, criada para fazer com que usuários abrissem um arquivo HTML, onde são solicitados a baixar um arquivo possivelmente malicioso.

Além de enviar mensagens para determinados números e registrar usuários em serviços dispendiosos, os abusadores de serviços premium representam outros riscos para os usuários. Recentes infográficos mostram outros perigos de instalar este tipo de malware em dispositivos móveis.

No front de aplicativos de alto risco, o ARPUSH e o LEADBLT lideraram a lista, reunindo respectivamente 33% e 27% do total. Ambos são conhecidos mecanismos de adware e roubo de informações, coletando dados relacionados ao dispositivo, tais como informações do sistema operacional, localização do GPS, código IMEI etc.

A ameaça a dispositivos móveis, no entanto, não se limita a versões maliciosas de aplicativos populares e adware. Os responsáveis pelas ameaças também estão atacando transações bancárias dos usuários de dispositivos móveis, com os malwares FAKEBANK e o FAKETOKEN colocando usuários em risco.
 
 
 
Fonte: IdgNow

 
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