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GIGANTES DA INTERNET DEFENDEM INTERNET MAIS BARATA EM PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO

08/10/2013

O acesso à internet é muito caro nos países em desenvolvimento, em consequência das políticas públicas que dificultam a concorrência, afirmou nesta segunda-feira uma nova organização apoiada pelos gigantes do setor como Google , Yahoo ! e Microsoft .

A Aliança por uma Internet Acessível , que lançou sua campanha em Abuja, na Nigéria, quer “um mercado de alta velocidade aberto, competitivo e inovador” a fim de tornar a internet mais acessível, principalmente na África, onde apenas 16% da população tem acesso à rede. O inventor da web, Tim Berners-Lee, as agências britânica e americana de desenvolvimento e o Facebook também apoiam esta nova organização.

O objetivo da Aliança é conseguir que sejam implantadas tarifas de internet inferiores a 5% do salário mensal em nível mundial. Em 2012, os habitantes dos países desenvolvidos dedicaram em média 1,7% de sua renda mensal ao acesso à internet de alta velocidade, enquanto que, nos países em desenvolvimento esta cifra alcançou 30,1%, segundo esta nova organização.

Mais web, mais consumo

Um dos maiores esforços para as grandes empresas de tecnologia nos últimos anos tem sido aumentar o acesso à internet. O Facebook anunciou recentemente um programa para levar Wi-fi gratuito para lugares públicos como hospitais, escolas e supermercados. Feito em parceria com a Cisco, já está disponível para versão de testes nos EUA.

Já o Google tem um projeto de levar balões com internet wireless na estratosfera. Com isso levaria acesso para lugares remotos e com pouca atratividade para empresas de telecom. O Google também fechou parceria para levar web grátis para clientes da cafeteria Starbucks em mais de 7 mil pontos nos EUA. Outras gigantes como Qualcomm, Nokia, Opera Software e Samsung, em parceria com o Facebook criaram o Internet.org, que tem como objetivo levar internet para 5 bilhões de pessoas que ainda estão sem acesso.

Todas essas empresas teriam como contrapartida um maior consumo de seus produtos, além de obter informações sobre hábitos dos usuários com mais afinco.
 
 
 
Fonte: Ne10

 
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