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BRASIL PASSA A SER APENAS ´PARCIALMENTE LIVRE´ NA INTERNET

07/10/2013

O Brasil foi o segundo país onde a liberdade na Internet mais caiu, deixando de ser “livre” para ser apenas “parcialmente livre” na classificação do relatório “Freedom of the Net 2013” divulgado pela organização sem fins lucrativos Freedom House nesta quinta-feira (03/10).

O índice do país caiu de 27 para 32. Com isso, ele fica no mesmo conjunto de 29 países, que incluem Rússia, Líbia, Venezuela e Egito.


A Freedom House mede o grau de liberdade de expressão de ideias de usuários na Internet quanto à livre utilização de mídias sociais e outras ferramentas digitais. Para chegar a essa classificação, a organização possui 21 questões, divididas em três grandes grupos, que tratam de obstáculos de acesso, limitação de conteúdo e violações de direitos humanos. 





Para cair no ranking, o país deve ter características como mídias sociais ou aplicativos de comunicação bloqueados; conteúdo político, social ou religioso bloqueado; paralização localizada ou nacional do ICT; manipulação pró-governo de comentários em uma discussão on-line; novas leis ou diretivas que aumentam o monitoramento ou restringem a anonimidade; blogueiro ou usuários de serviços na rede preso por postagens políticas ou sociais; blogueiro ou usuários de serviços na rede atacados ou mortos por postagens políticas ou sociais; ataques técnicos contra críticos do governo ou a organizações de direitos humanos.

Os problemas do Brasil giram em torno dos últimos tópicos. Por aqui, “o declínio resulta do aumento das limitações ao conteúdo on-line, particularmente no contexto das rigorosas leis eleitorais, casos de responsabilização de intermediários e o aumento contra jornalistas on-line”, detalha o documento. O texto cita, por exemplo, a prisão decretada pela Justiça Eleitoral de um dos executivos do Google Brasil porque a empresa não removeu conteúdos postados por usuários. 

Ranking
Os países classificados como “livres” recebem até 30 pontos, caso de 17 países neste ano, como Alemanha, França, Itália, Argentina e Estados Unidos. Nações com pontuação de 61 a 100 são classificadas como “não livres”. Neste ano, também são 17, como Cuba, Síria, Emirados Árabes e China.
 
 
 
Fonte: Adrenaline

 
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