Página Inicial



twitter

Facebook

  Notícia
|

 

COM ALTA DO DÓLAR, XBOX ONE PODERIA SER AINDA MAIS CARO NO BRASIL

20/08/2013


O preço do Xbox One no Brasil é o mais alto do mundo todo, com bastante folga, como o Olhar Digital já estabeleceu no passado. Contudo, segundo as tendências do mercado, o valor poderia ser ainda mais alto do que os R$ 2,2 mil sugeridos pela Microsoft.

Isso porque desde que anunciou o preço do Xbox One, no dia 10 de junho de 2013, o preço do dólar tem disparado de forma vigorosa. Na época, a moeda americana estava cotada em R$ 2,14. Agora, pouco mais de dois meses depois o valor é de R$ 2,41, representando uma alta de 11,25%.

O preço dos eletrônicos no país depende diretamente da cotação de dólar em relação ao real. Uma moeda mais cara normalmente significa um produto mais caro. Quando a moeda americana passa por uma alta dessas, a margem de lucro das empresas acaba diminuindo caso o valor se mantenha estático.

Caso a Microsoft repassasse este custo ao consumidor, o preço do Xbox One acabaria aumentando. Uma conta simples mostra que, se mantida a proporcionalidade em relação ao custo do dólar, o preço do console subiria de R$ 2.200 para R$ 2.470. Entretanto, a empresa não pode mais fazer isso, já que o console já está em pré-venda há muito tempo. Além disso, a reação negativa do público a um aumento de preço seria algo terrível para a Microsoft, que já enfrentou problemas demais com o console.

A alta do dólar também significa um problemão para a Sony, que até o momento não se pronunciou sobre o valor do Playstation 4. Se decidir manter suas margens de lucro, corre o risco de oferecer um produto mais caro do que a concorrente. Se, ao contrário, preferir oferecer um produto mais competitivo, ignorando o aumento de custos, poderá ver sua arrecadação seriamente prejudicada no país.

Vale lembrar que o Playstation 4 custa US$ 400 nos Estados Unidos, enquanto o Xbox One custa US$ 500.
 
 
 
 
Fonte: Olhar Digital

 
Indique esta notícia Indique esta notícia para um amigo

Início Notícias  | Voltar