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MICROSOFT CRITICA ´FALTA DE ABERTURA´ DO GOOGLE E FALA EM SABOTAGEM

16/08/2013

A Microsoft não engoliu o bloqueio do Google ao aplicativo do YouTube no Windows Phone. A empresa criticou abertamente a postura da concorrente, a quem acusa de sabotar seu sistema operacional móvel.

Em post no blog oficial da companhia, David Howard, vice-presidente corporativo da Microsoft se propôs a explicar a situação sobre o aplicativo do YouTube para o WP. "Consideramos claro que o Google não quer que usuários do Windows Phone tenham a mesma experiência que os do Android e da Apple", conclui o texto.

O texto discorre sobre o processo de desenvolvimento do app em parceria entre as duas empresas. A Microsoft lançou em 7 de maio seu aplicativo próprio para acessar o YouTube pelo Windows Phone. O app possuia recursos exclusivos como baixar os vídeos e não exibir a publicidade da página, o que irritou profundamente o Google, que obrigou a rival a tirar o aplicativo do ar.

Desde então, as duas trabalham juntas em um app que respeite as diretrizes do Google e seja adequado à plataforma da Microsoft. Contudo, Howard afirma que o Google tem sido injusto.

A empresa demanda que o aplicativo utilize a linguagem HTML5, o que nem a versão de Android, nem do iOS fazem. David Howard afirma que o desenvolvimento seria lento e tomaria muito tempo. Por isso, a Microsoft subiu uma versão ajustada do aplicativo antigo, sem os downloads de vídeos e com a publicidade, conforme desejava o Google. A longo prazo, o app em HTML5 poderia ser desenvolvido.

Ao saber disso, o Google bloqueou novamente o aplicativo afirmando que ele não respeita os termos de serviço. "Quando o Google diz que não respeitamos os ´termos e condições´, ele quer dizer que nosso app não é baseado em HTML5. O problema com o argumento é que o próprio Google não respeita esta condição no Android e iPhone. Novamente, ficamos felizes em colaborar em um app com HTML5, mas não deveria ser obrigatório fazer algo que nem o iPhone, nem o Android, conseguiram fazer", afirma Howard.

Por fim, ele aponta que o Google afirma que o aplicativo não mostra anúncios baseado nas condições impostas pelos criadores de conteúdo. Segundo ele, os anúncios são mostrados com base nos metadados disponíveis para a Microsoft. O representante ainda afirma que pediu ao Google as informações que o Android e o iPhone recebem para poder emulá-las precisamente. "Até o momento, o Google se recusou a dar esta informação para nós", afirma. "Os bloqueios que o Google criou são impossíveis de superar e eles sabem disso", completa.

 
 
 
 
Fonte: Olhar digital

 
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