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CIBERGUERRA: EUA E ISRAEL SÃO ACUSADOS DE DESENVOLVEREM O STUDNEX

10/07/2013

Para abalar ainda mais a estrutura das relações entre os paises no mundo, o ex-técnico da CIA, Edward Snowden, sustenta que a Agência de Segurança dos Estados Unidos - NSA - e o governo de Israel foram responsáveis pela criação do Studnex, vírus que invadiu infraestrutura de países como o Irã, em 2010. Há suspeita também que tenham criado o Flame, apontado pela UIT como a ´maior ameaça cibernética´.

O Studnex causou problemas no Irã - país com o qual EUA e Israel têm uma relação bastante conflituosa - onde o vírus atingiu centrífugas usadas no enriquecimento de urânio. A contaminação foi confirmada pelo presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad. "Eles criaram com sucesso problemas em um número limitado de centrífugas com o software que instalaram nos componentes eletrônicos", afirmou.

"A NSA e Israel criaram o Studnex", disse com todas as letras Edward Snowden na entrevista concedida à revista alemã Der Spiegel Magazine. Segundo ainda o ex-técnico da CIA, há a possibilidade de as agências de segurança dos dois países terem criado também o Flame - considerado pela UIT como a ´maior ameaça cibernética dos últimos tempos´, quando surgiu em 2012.

A principal função do Flame, já constataram os especialistas, é a de coletar e enviar informações, que faz de diversas maneiras, inclusive gravando áudio, tirando screenshots, compilando listas de todos os dispositivos Bluetooth nas proximidades. Segundo o Websense Security Labs, o malware ocupa 20 MB, um tamanho imenso comparado com a maioria dos outros vírus, que normalmente são menos de 1 Mb.

"O risco de guerra cibernética tem sido, nos últimos anos, um dos assuntos mais graves na área da segurança da informação. O Stuxnet e o Duqu pertenciam a uma única cadeia de ataques, o que levantou preocupações relacionadas com a guerra cibernética no mundo inteiro. O malware Flame parece ser uma nova fase nesta guerra e é importante entender que as armas cibernéticas podem facilmente serem usadas contra qualquer país", afirmou à época, Eugene Kaspersky, CEO e co-fundador da Kaspersky Lab.
 
 
 
 
Fonte: Convergencia Digital

 
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