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MICROSOFT AFIRMA QUE IE CONSOME MENOS ENERGIA QUE OUTROS NAVEGADORES

10/06/2013

Será que se você quiser diminuir o custo da energia gasta pelo seu PC deve usar o Internet Explorer, da Microsoft?

Isso é o que afirma o resultado de um estudo (PDF) feito pela Fraunhofer e patrocinado pela gigante de Redmond, que mostra que o browser consome menos energia que os rivais Chrome e Firefox ao navegar pelos dez melhores sites da web.

Qual a diferença?
Infelizmente no caso da Microsoft, as diferenças são mínimas - cerca de 1 watt quando notebooks foram medidos durante a navegação, ou apenas 2% se comparando com os outros dois navegadores.

Ao usar o Flash, no entanto, as diferenças são mais acentuadas: o Internet Explorer usa 18,6% menos energia do que o Chrome, de acordo com a gigante.

Isso não quer dizer que a Microsoft deixou que esse pequeno fato a impedisse de extrapolar sobre as enormes poupanças de energia se única população online do país pudesse ser convertida para o seu browser.

A empresa disse que a energia economizada poderia alimentar 10 mil famílias nos Estados Unidos por um ano, ou proporcionar a redução de carbono equivalente ao crescimento de 2,2 milhões de árvores em 10 anos.

A Fraunhofer não explicou claramente por que os navegadores consomem mais energia, embora a razão esteja supostamente ligada ao número de ciclos de CPU consumidos ao longo do tempo. A implicação é que o IE é mais eficiente em se tratando de energia do que os outros navegadores - mesmo que ele não seja o mais rápido.

Poder de processamento HTML5

No entanto, o estudo da Fraunhofer encontrou outro ponto interessante: a energia necessária para processar um site codificado em HTML5 poderia ultrapassar a de um site normal.

"Ao testar dois sites em HTML5 (um benchmark e um vídeo) e um vídeo em Flash descobriu-se que ambos parecem aumentar o consumo de energia significativamente - mais do que os dez melhores sites testados", disse o estudo. O benchmark de desempenho HTML5 dobrou o consumo de todos os computadores e navegadores portáteis testados, enquanto o gasto de energia do desktop aumentou aproximadamente 50%.

Infelizmente, a Fraunhofer não realizou testes suficientes para provar conclusivamente que um site HTML5 consumiria mais energia - talvez porque um benchmark intensivo da CPU foi incluído. A empresa disse que seria necessário mais testes.
 
 
 
Fonte: IdgNow

 
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