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NOVO GOOGLE MAPS ESTÁ MELHOR E MAIS BONITO, MAS TEM FALHAS

03/06/2013

O Maps é, talvez, um dos serviços do Google que mais se integre ao cotidiano das pessoas, além da própria ferramenta de busca da empresa. Por isso, quando um serviço de tamanha magnitude passa por uma reformulação, é natural causar estranhamento. Mas as mudanças da ferramenta chegam para melhorar a experiência, embora ainda seja notório que se trata de um período de testes.

O Olhar Digital teve acesso a um convite para a fase beta do novo GoogleMaps e detalha quais são os pontos positivos e negativos da nova versão do serviço para desktops.

Visual
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A mudança mais óbvia, notada logo que você abre a nova versão do Maps, é um redesenho de toda a interface para aproveitar melhor a tela. Agora os mapas ocupam a tela inteira, o que ajuda bastante quem precisa planejar uma rota, já que permite direções mais extensas e detalhadas sem precisar rolar a tela para vê-las em sua totalidade.

No canto esquerdo superior está a barra de buscas, a alma do novo Maps, que ficou mais funcional e reúne agora todas as funções que antes se espalhavam por uma coluna inteira na lateral esquerda do serviço? Rotas? Sugestões de locais? Situação do trânsito na cidade? É possível encontrar tudo ali e até mesmo, vejam só, pesquisar um endereço.

O Google retirou também a barra de zoom lateral, que agora se resume a dois botões: um com um “+” e outro “-”. Com isso, também mudou o modo como se acessa o StreetView, que antes dependia de arrastar o boneco laranja até o ponto desejado. Agora basta clicar com o botão direito do mouse no ponto desejado do mapa e selecionar a opção “StreetView”, que surge embaixo da barra de buscas.

Novos recursos
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Mudar para a antiga “visão de satélite”, agora simplesmente chamada de “Terra”, fazendo uma relação com o Google Earth, continua tão simples como sempre foi, acessível por apenas um clique. Entretanto, as imagens estão mais detalhadas e, em alguns lugares, permite uma visualização em três dimensões, com uma câmera inclinada e rotação 360º. O novo recurso funciona bem em locais como a Estátua da Liberdade, nos EUA, mas ainda falha com o Cristo Redentor, por exemplo.

Entretanto, uma novidade que já está funcionando bem até para os pontos turísticos nacionais são os “Passeios Fotográficos”, que geram animações com base em fotografias capturadas pelos usuários do Google. A transição de imagens é bem fluida e interessante.

Com a atualização, o Google+ e o Maps puderam finalmente se unir. Agora é possível procurar por “Pizza, São Paulo”, e os melhores locais para se comer uma pizza, com base em avaliações na internet e também dos seus contatos no Google+. O grande problema, no entanto, é que, ao menos por enquanto, a rede social ainda não é muito utilizada, principalmente no Brasil, o que limita bastante esta funcionalidade.

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Também foi incluído o recurso “Explorar”, que mostra, na parte inferior da tela, pontos de interesse próximos ao lugar do mapa onde você está. Passar o mouse sobre um deles mostra onde cada um está localizado. 

Defeitos
Um dos maiores problemas encontrados durante os nossos testes foi a dificuldade em encontrar a localização atual do usuário. Com a interface antiga, o Maps encontrava rapidamente a localização quem utilizasse o serviço por meio de um desktop, desde que estivesse conectado por uma rede sem fio ao clicar em uma bolinha, logo acima da barra de zoom e do boneco laranja do Street View. Esta ferramenta ainda não está disponível na nova interface.

A localização do usuário já está disponível nos novos aplicativos do Maps para Android e iOS, no entanto, mas às vezes é bom poder visualizar os mapas em uma tela maior. E quando a pessoa não está em sua cidade natal, esta ferramenta ganha ainda mais importância.

Outro problema encontrado foi na transição para a visualização de mapas para as imagens de satélite, que ficaram muito mais lentas do que na interface antiga. A navegação no modo de “Terra” também ficou mais pesada do que a versão antiga, o que pode ser um problema grave para conexões mais lentas e computadores não tão potentes. É recomendável navegar apelas pelo modo “Mapas”, que funciona de forma lisa, e utilizar a ferramenta de satélite apenas no local desejado.
 
 
 
 
Fonte: Olhar digital

 
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