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BIG DATA PEDE GESTÃO E INOVAÇÃO PARA DAR REAL VANTAGEM COMPETITIVA

03/06/2013

Sem inovação e mudança no modo de pensar das empresas o Big Data não dará grande vantagem competitiva, garante o Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia. Segundo a empresa, os CIOs precisam perceber que a inovação vai além da mera tecnologia usada para gerenciar Big Data. Para obter o máximo valor, é preciso mudar a forma como os problemas de negócio são analisados. Este é um dos assuntos que a Conferência Gartner BI e Gestão da Informação apresentará, nos dias 4 e 5 de junho, no Sheraton São Paulo WTC Hotel.

“O Big Data requer que as empresas incluam a inovação em dois níveis. Em primeiro lugar, a tecnologia deve ser inovadora, por si só, e, em segundo lugar, as organizações devem inovar para oferecer suporte à decisão e analíticos. Essa não é uma mudança de tecnologia, mas um processo e desafio à gestão. As tecnologias do Big Data trazem maneiras inovadoras de analisar os problemas e oportunidades de negócio. Novas fontes de dados e analíticos podem aprimorar a empresa de uma forma nunca feita antes”, diz Merv Adrian, vice-presidente de pesquisa do Gartner, que apresentará palestra “Casos Práticos para Revelar o Valor do Big Data”, na conferência.

A habilidade do Big Data analisar dados não estruturados em grandes volumes e de diferentes fontes leva a oportunidades inovadoras. Para isto, é preciso um pensamento inovador e disposição para aceitar e confiar nessas fontes e métodos. Os CIOs devem considerar os projetos de Big Data como uma inovação, que demandará esforços de gestão de mudanças. Os negócios precisarão de tempo para confiar em novas fontes de dados e analíticos e as empresas devem começar com pilotos, que permitam transparência nos dados, analíticos e no insight resultante.

Porém, Big Data não significa, somente, grandes fontes de dados externos, como de redes sociais públicas. O pensamento criativo do CIO pode descobrir fontes valiosas de informação, que já existem dentro da empresa e que são subutilizadas.

“Talvez os CIOs sintam mais confiança começando por fontes internas de dados, pois muito do que já existe está sendo gerenciado pela TI. Contudo, em muitos casos, essas fontes internas de dados não são controladas pela área. Por exemplo, as gravações de call center, imagens de câmeras de segurança e dados operacionais de equipamentos fabricados representam fontes internas de informação com potencial para investigar, mas, geralmente, não são controlados pela TI”, afirma Merv Adrian.

Por isso, CIOs e suas equipes precisarão trabalhar com o negócio para entender os pacote de dados disponíveis. Com pensamento criativo, até dados que já foram capturados podem ser enriquecidos. As empresas que usam tecnologias de Big Data podem manter os dados brutos, inteiros, construindo fontes de informações que fornecem novos insights. Desta forma, os CIOs precisarão ter certeza de que há, sempre, uma proposta clara de negócios e resultado para armazenar os novos dados.

Os dados internos têm uma vantagem adicional. Este é um bom ponto de partida para os projetos de Big Data, porque as empresas já têm as informações e é mais fácil e/ou menos caro do que acessar fontes externas. Além disso, as empresas estão mais propensas a confiar nesses dados internos, pois são provenientes de seus próprios sistemas, logs e outros ativos.
Algumas empresas usaram tecnologias de Big Data para tornar os analíticos existentes mais rápidos. Embora a tecnologia permita uma velocidade mais rápida, obter valor para o negócio, por meio dela, muitas vezes exige mudanças no processo.

O Gartner mostra que as empresas pioneiras na implantação mudaram seus processos para obter o máximo benefício da velocidade. Para algumas organizações, isso oferece a capacidade para incluir dados de uma semana inteira de vendas, durante a execução dos analíticos, como a melhora de preços/promoção/remarcação. No passado, quando as otimizações levavam um dia para “rodar”, os dados das vendas de domingo, muitas vezes, não entravam no cálculo. Agora, com essa habilidade, isso acontece em minutos e os dados são atualizados conforme a atividade do mercado.

“Os CIOs devem se certificar que os projetos de Big Data, que aprimoram a velocidade de analíticos, devem  incluir um esforço de redesenho de processos. Antes de prosseguir com grandes investimentos em Big Data, tenha certeza que o time de avaliação entende, claramente, como analíticos mais velozes levarão a um melhor resultado de negócio”, analisa Merv Adrian.
 
 
 
Fonte: IdgNow

 
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