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MAIS DE 40% DAS CONEXÕES DE BANDA LARGA NO PAÍS TEM MAIS DE 10 MBPS

15/05/2013

Os internautas brasileiros estão contratando velocidades maiores de banda larga para rodar aplicações mais sofisticadas como as de vídeo. Estudo divulgado, nesta terça-feira (14), pela Cisco e IDC revela que 42,2% das conexões fixas no Brasil são acima de 10Mbps.

Os dados fazem parte do Barômetro Cisco de Banda Larga 2.0 que comparou a evolução das conexões fixas e móveis em 2012 com 2011. Foram analisados os serviços entregues pelas redes ADSL, cable modem, fibra óptica, wireless fixo, satélite e acesso dedicado. O estudo não leva em consideração a navegação pelo celular ou smartphone.

O levantamento mede os serviços batizados de Banda Larga 1.0 (que vão de 128kbps a 1Mbps) e os de 2.0, que são os acessos acima de 2 Mbps.

Até dezembro de 2012, o Brasil realizou 19 milhões de conexões, incluindo acessos fixos e móveis em todas as velocidades acima de 128kbps. Desse total, as consideradas de 2,0 somaram 10,9 milhões de conexões, com aumento de 13,4% em comparação com os volumes registrados em 2012, enquanto que as de 1.0 sofreram declínio.

"As conexões da banda larga de 1.0 estão caindo porque as pessoas estão migrando para 2.0", explica Samuel Rodrigues analista de telecom da IDC, que conduziu o Barômetro.

Pelo estudo, 57,6% das conexões de banda larga fixa no Brasil são 2.0. Entre as quais, 42,2% encontram-se na faixa de 10Mbps ou mais. Anderson André, diretor de Operadoras da Cisco do Brasil, observa o crescimento da demanda por aplicativos baseados na nuvem e os que exigem mais banda estão obrigando as pessoas a contratarem serviços mais velozes.

Márcio Carvalho, diretor de Marketing da Net confirma o crescimento da procura pelas velocidades maiores. "Hoje 70% dos acessos que vendemos são acima de 10Mbps", conta o executivo. Porém, ele reconhece que o preço do serviço ainda é uma barreira para os internautas migrarem para acesso mais rápidos por conta da carga de impostos.

Carvalho conta que a cada 10 reais gastos para entrega do serviço aos assinantes de 3 a 4 reais são impostos. A expectativa dele é que as iniciativas do governo com regime especial para construção das redes de banda larga e desoneração do ICMS pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), tornem esse serviço mais acessível.
 
 
 
Fonte: IdgNow

 
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