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CIBERATAQUES CONTRA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS CRESCEM MAIS DE 70%

17/04/2013

As pequenas empresas estão se tornando um dos principais alvos dos ataques direcionados. Em 2012, 31% das ameaças desse tipo foram direcionadas contra PMEs - companhias com até 250 empregados. É um crescimento expressivo em relação aos 18% registrados em 2011. No total, os ataques específicos aumentaram 42%. Enquanto isso, as grandes (mais de 2500 funcionários) respondem por 50% do total.

Esses ataques, geralmente focados em espionagem industrial, tem como objetivo roubar informações valiosas e confidenciais.

Os números são do ISTR - Relatório de Ameaças à Segurança na Internet, Volume 18, divulgado nesta terça (16) pela Symantec.

“O ISTR deste ano mostra que os cibercriminosos não estão reduzindo suas atividades e continuam a planejar novas maneiras de roubar informações de organizações de todos os tamanhos”, diz André Carrareto, Estrategista em Segurança da Symantec para o Brasil.

De acordo com a Symantec, os cibercriminosos são atraídos pelos dados de clientes, propriedade intelectual e dados bancários das PMEs, que estão na mira por, na maioria das vezes, não dispor de práticas de segurança e infraestrutura adequadas.

Ataques via web
Os ataques baseados na web aumentaram 30% em 2012, muitos originados de sites comprometidos de pequenas empresas.

O esquema funciona da seguinte forma: o cibercriminoso contamina um site (ou o blog) da empresa. Quando alguém acessa o site comprometido, o código malicioso injeta-se automaticamente no sistema, usando uma brecha no Windows, no browser ou em algum plugin (Java, Flash, PDF).

O setor de manufatura, com 24% do total, está no topo da lista de mercados alvo de ataques em 2012, ultrapassando o financeiro (19%). De acordo com a Symantec, os cibercriminosos estão se focando nas companhias contratadas, e, muitas vezes, conseguem propriedade intelectual valiosa de uma empresa maior (a contratante). Este tipo de ataque, contra um setor ou comunidade específicos, chama-se watering hole

Além disso, os profissionais com opder de decisão (C-Level) não são mais o alvo principal. Em 2012, as vítimas mais comuns desses tipos de ataques em todos os setores foram os Pesquisadores (P&D) com acesso à propriedade intelectual (27%), bem como os Profissionais de Vendas (24%).
 
 
 
 
Fonte: IDgNow

 
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